PARALISAÇÃO DIA 10 EM SC PELO PLANO DE CARREIRA


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Os trabalhadores no Judiciário Federal em Santa Catarina mais uma vez mostraram capacidade de mobilização para garantir a carreira e a revisão salarial. No Dia Nacional de Luta, 10 de setembro, houve paralisação em várias cidades do Estado. Em Florianópolis, os servidores do TRT, JF e TRE fizeram Ato Unificado na frente do TRT das 14 às 17 horas, com realização de Assembléia. 
 

Na Justiça Federal de Joinville, os servidores se concentraram no átrio do prédio-sede, na rua do Príncipe, das 14 às 16 horas. Em Timbó, o movimento contou com 80% de adesão dos servidores, com exposição de faixa de luta na frente do prédio da Vara. Na Justiça do Trabalho em Chapecó, adesão de 95%; em Jaraguá do Sul, adesão de 60% na 1ª VT e de 95% na 2ª VT; na VT de São Bento do Sul houve reunião e decisão de filiação em massa ao Sindicato; na VT em Araranguá, os servidores vestiram a camiseta do Plano de Carreira; em Brusque, adesão de 95% na JF. Houve Ato Unificado em Blumenau e paralisação parcial na JF em Itajaí. Os servidores da Justiça do Trabalho de Criciúma iniciaram a atividade às 14 horas, no saguão do Palácio do Estado, onde também debateram o Plano de Carreira do Judiciário Federal.  Já na JF em Criciúma adesão de 95%, superando as expectativas. Luciana de Sousa C. Bez Batti, Coordenadora da Região Sul, elogiou a participação dos colegas, pela paralisação e  debate sobre o Plano de Carreira.

A Assembléia em Florianópolis discutiu e aprovou as propostas que Santa Catarina irá levar à Reunião Ampliada da categoria, marcada para sábado, 12 de setembro, em Brasília. Irão representar Santa Catarina Adriana Maria Ramos, Caio Teixeira, Edson Régis e Marcelo Flores. As propostas levadas serão as seguintes:

– Rejeitar qualquer dispositivo que vincule salário a metas de produtividade, como está no artigo 6? da proposta dos Diretores e Secretários Gerais dos Tribunais Superiores;

– Manter a GAS, Gratificação dos Agentes de Segurança;

– Exigir imediato encaminhamento da proposta de reajuste ao Congresso Nacional;

– Exigir a continuidade da discussão sobre o Plano de Carreira;

– Cobrar responsabilidade coletiva da categoria com relação ao calendário de mobilização;

– Elaborar calendário de luta que efetivamente unifique a categoria em todo o país;

– Não aceitar nenhuma proposta que implique quebra de paridade entre ativos e aposentados