OIT afirma que há cada vez mais escravos da globalização


OIT afirma que há cada vez mais escravos da globalização

GENEBRA – A escravidão continua sendo uma realidade na era da globalização, e os Estados não fazem o que deveriam contra esta forma de exploração que assume formas modernas. Essa é a afirmação de Patrick Belser, que na Organização Internacional do Trabalho coordena as pesquisas que servem de base para o programa de ação contra a escravidão, que a comunidade internacional se comprometeu a erradicar em 1998. ‘Eu diria que há cada vez menos escravos tradicionais, porém mais escravos da globalização’, afirma Belser em declarações publicadas pelo jornal ‘Tribune de Geneve’ por ocasião do Dia Internacional contra a Escravidão, celebrado hoje.

Os chamados trabalhos forçados são de tipos diferentes, diz Belser, segundo o qual é possível distinguir entre ‘escravos de tradição, servidão institucionalizada e finalmente escravos da globalização’. Estes últimos são emigrantes, com freqüência mulheres, a quem se promete um trabalho bem remunerado no exterior, que se endividam para financiar a viagem e ao chegar ao destino vêem que foram enganados e são obrigados a trabalhar em condições desumanas e sem direitos para devolver o dinheiro emprestado.

É possível encontrar este tipo de trabalhador escravo, explica, principalmente nas redes internacionais de prostituição, mas também na agricultura, na construção ou nas fábricas clandestinas, diz Balser, que calcula em mais de um milhão os trabalhadores nesse tipo de situação.
A escravidão continua sendo uma realidade na era da globalização, e os Estados não fazem o que deveriam contra esta forma de exploração que assume formas modernas. Essa é a afirmação de Patrick Belser, que na Organização Internacional do Trabalho coordena as pesquisas que servem de base para o programa de ação contra a escravidão, que a comunidade internacional se comprometeu a erradicar em 1998. ‘Eu diria que há cada vez menos escravos tradicionais, porém mais escravos da globalização’, afirma Belser em declarações publicadas pelo jornal ‘Tribune de Geneve’ por ocasião do Dia Internacional contra a Escravidão, celebrado hoje.

Os chamados trabalhos forçados são de tipos diferentes, diz Belser, segundo o qual é possível distinguir entre ‘escravos de tradição, servidão institucionalizada e finalmente escravos da globalização’. Estes últimos são emigrantes, com freqüência mulheres, a quem se promete um trabalho bem remunerado no exterior, que se endividam para financiar a viagem e ao chegar ao destino vêem que foram enganados e são obrigados a trabalhar em condições desumanas e sem direitos para devolver o dinheiro emprestado.

É possível encontrar este tipo de trabalhador escravo, explica, principalmente nas redes internacionais de prostituição, mas também na agricultura, na construção ou nas fábricas clandestinas, diz Balser, que calcula em mais de um milhão os trabalhadores nesse tipo de situação. (Fonte: JB Online)