Fenajufe participa da Marcha Nacional contra a Corrupção nesta terça-feira, 16, em Brasília


A reunião ampliada da Fenajufe de quinta-feira, 11, definiu 30 de agosto como Dia Nacional de Mobilização do Judiciário Federal. A data foi escolhida porque nesse dia o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Nelson Jobim, comprometeu-se a encaminhar o anteprojeto do plano de cargos e salários (PCS) dos servidores do Judiciário Federal para o Congresso Nacional.
O objetivo agora é intensificar a luta em todos os Estados para que no dia 30 o representante do Supremo encaminhe de fato o anteprojeto ao Congresso. Após o Dia Nacional de Mobilização, os sindicatos deverão realizar assembléias com a categoria até o dia 2 de setembro para avaliar o dia 30 e discutir propostas para trazer para a reunião ampliada, no dia 3 de setembro.
Durante a reunião ampliada, os servidores definiram que é fundamental reforçar as mobilizações e construir a greve por tempo indeterminado pela aprovação dos PCSs do Judiciário Federal e do MPU. Indicativo de greve a partir do dia 13 de setembro foi referendado pelos participantes da reunião, mas será discutido novamente na reunião ampliada do dia 3.

Marcha Nacional Contra a Corrupção

Os participantes da reunião ampliada reafirmaram a participação da categoria na Marcha Nacional contra a corrupção, no próximo dia 16 de agosto. A manifestação, que está sendo preparada pela Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), reúne UNE, CUT, MST e CPT, entre várias entidades.
A expectativa dos organizadores é reunir cerca de 20 mil pessoas em Brasília, incluindo estudantes, trabalhadores rurais, servidores públicos, sindicalistas e militantes dos movimentos de gênero e direitos humanos.
A marcha tem como eixo de reivindicação a Carta ao Povo Brasileiro: “contra a desestabilização política do governo e contra a corrupção: por mudanças na política econômica, pela prioridade nos direitos sociais e por reformas políticas democráticas”.
Além da Fenajufe, participarão do ato a Marcha Mundial das Mulheres, MST, CUT, UNE, UBES, UJS, CONAN, Pastoral Operária, CNTE, INESQ, MTD, IBASE, Pastoral do Imigrante, Instituto Polis, Grito dos Excluídos, Intervozes, Movimento Nacional por Reforma Política com participação popular, Movimento Nacional de Direitos Humanos, ABONG, ANCED.