Fenajufe solicita audiência com candidatos à Presidência da República


A Fenajufe encaminhou nesta quinta-feira [14] ofícios às assessorias dos dois candidatos à Presidência da República, Dilma Roussef [PT] e José Serra [PSDB], que disputarão o segundo turno no dia 31 de outubro. Segundo os coordenadores da Fenajufe, o objetivo é garantir o compromisso dos dois presidenciáveis à principal reivindicação da categoria no momento: a aprovação e a implementação dos PLs 6613/09 e 6697/09, que revisam os PCSs do Judiciário Federal e do MPU.

Nesta quarta-feira [13], o coordenador Evilásio Dantas falou, por telefone, com a secretária de agenda do candidato Serra, Ana Luiza, oportunidade em que solicitou a audiência em nome da Federação. O pedido também foi formalizado por meio de um ofício, destinado ao candidato.

Os coordenadores também entraram em contato com a assessoria do ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, para pedir que este ajude no agendamento da audiência com a candidata Dilma.

“Essa reunião com os dois candidatos será importante, pois apresentaremos documento de compromisso com a aprovação de nossa revisão salarial. Já que, infelizmente, o pedido de audiência com o presidente Lula não foi atendido e, muito menos, tivemos resposta do motivo de ele não nos receber, achamos fundamental debater a nossa reivindicação com os dois presidenciáveis. A nossa intenção é apresentar à categoria a resposta de cada um deles”, ressalta Evilásio.

O assessor parlamentar da Fenajufe, Antônio Augusto Queiroz, está elaborando um documento a ser entregue aos dois candidatos, reivindicando o compromisso com a aprovação dos planos de cargos e salários. Além disso, Antônio Queiroz reforçará os pedidos da Fenajufe junto aos parlamentares e outras lideranças políticas ligadas aos dois presidenciáveis.

Segundo Gérner Matos, coordenador de plantão, a ideia é garantir um indicativo de compromisso dos presidenciáveis, independente de suas “cores partidárias”. “O servidor anseia por respostas, que apontem a solução do imbróglio criado em função do encaminhamento tardio dos projetos do Judiciário e do MPU”, explica Gérner.

Da Fenajufe – Leonor Costa