Cesta básica sofre aumento em 2007


De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o trabalhador para ter uma cesta básica teria que, em dezembro do último ano, trabalhar 106 horas e 09 minutos.
 
A conclusão é da Pesquisa Nacional da Cesta Básica realizada pelo Departamento, que ocorre em 16 capitais dos País. Ainda de acordo com o estudo, o aumento de 8,57% no salário mínimo não foi suficiente para acompanhar as elevações de preços nos gêneros alimentícios.
 
Na Constituição, o salário mínimo deveria suprir as necessidades básicas como moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. Desse modo, o trabalhador brasileiro teria que receber um piso, em dezembro, de R$ 1.803,11.
 

Estados
A pesquisa observou um maior custo para o conjunto de produtos básicos em São Paulo (R$ 214,63), que se manteve, pelo segundo mês consecutivo como a capital com a cesta mais cara. Porto Alegre (R$ 212,92) e Belo Horizonte (R$ 204,80) vieram a seguir.
 
João Pessoa (R$ 155,09) e Recife (R$ 155,41) apresentaram os menores valores para os gêneros alimentícios essenciais.
 
Fonte: DIAP